E se tudo aquilo que te contaram não for a VERDADE? IMPERIO TERRA III - 2ª REVISÃO em Progresso
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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Talvez seja inventada; ou talvez não.

TRILOGIA IMPÉRIO TERRA, pretende contar uma história da humanidade.

É uma história diferente daquela que conhecemos.

É uma narrativa que nos leva muito atrás no tempo e nos transporta muito para a frente.

Hoje em dia - sabemos - muitas das coisas que julgávamos ser certas, não são. A exploração do mundo quântico começou a derrubar teorias físicas que - não há muito tempo - eram intocáveis. E isso significa que nada do que se toma por certo é garantido. Quem nos garante que a História da Humanidade é aquela que nos contaram?

Por isso, por que não dar uma vista de olhas na TRILOGIA IMPERIO TERRA?

Conheça uma história da humanidade alternativa...


...talvez seja inventada; ou talvez não. 

terça-feira, 31 de março de 2015

Opinião e Passatempo

Olá a todos

O Bloco de Devaneios fez um artigo sobre o primeiro livro da Trilogia Império Terra e organizou um Passatempo.

Quero a agradecer ao blogue por me ajudar a divulgar o meu trabalho e de forma tão positiva.

Abaixo estão os links:


terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

«(...)quando se lembrava da loucura que cometeram ao enfiarem-se num veículo de resgate com 300 anos de idade, que não sabiam se funcionava, sabendo que tudo o que fosse electrónico se desligaria assim que tocassem na atmosfera de Artem. Parecia que ainda ouvia o som descendente dos motores a desligarem-se, os ecrãs e as teclas dos comandos a apagarem-se... Depois a luz azul daquele mundo invadira o exíguo Cockpit, as suas mãos apertaram as de Ladrego, e o nariz do artefacto enclinara-se abruptamente na direcção de Artem puxado pela força gravítica que o fazia estremecer à medida que acelerava. Lembrava-se, momentos antes da bola em tons de laranja e púrpura ter envolvido o artefacto, de ter ainda olhado, em jeito de despedida, para as estrelas do firmamento, pensado que voltara a fazer asneira – um último e derradeiro erro. Foram escassos os eternos segundos que sacudiram as entranhas dos seus corpos até chegarem à baixa atmosfera de Artem. Era noite e a enorme Lua iluminava os céus arrepelando o mar em ondas de grande altura. Só quando avistaram as falésias da ilha se aperceberam da enorme velocidade a que iam, e quando o casco da nave foi levantado por uma daquela ondas imensas temeram o pior... Mas fora isso que lhes permitira chegar a Artem sem se esmagarem nas arribas, embora não lhes tivesse poupado a uma aterragem catastrófica: o solo rasgara o casco da nave como se nada mais fosse do que uma lata de conserva; os detritos do chão foram sugados em ricochete para o interior do artefacto; os vidros não resistiram à trepidação que o artefacto lançado pelo chão sofria e acabaram explodindo em milhares de fagulhas acutilantes. Finalmente pararam, a escassa distância daquela enorme montanha que os levara até ali, deixando um rasto negro e fumegante ao longo daquela planície enorme, um trilho que se perdia de vista e que terminava nos restos contorcidos e enegrecidos da nave, que deixaram para trás como de uma história há muito esquecida se tratasse, mas reconheciam como símbolo do sacrifício que um mundo estava a fazer para auxiliar outro.»

in Império Terra II: Guerra da Pirâmide, pág. 250, by Paulo Pinto Fonseca

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Paulo Pinto Fonseca - novas ideias

É bem verdade que os fans da Trilogia há muito que esperam o terceiro volume. Não é menos verdade que a crise tem servido de desculpa para muitas coisas, inclusive para justificar a recusa de trabalhos literários. Não é o caso do terceiro volume, pois ainda não o apresentei a nenhuma editora. É no entanto um motivo para refrear a minha vontade de publicar.

Não é segredo nenhum que fiquei desagradado com a Papiro - Império Terra: o principio; a editora HM, que editou o 2º volume - Guerra da Pirâmide -, ainda mais desagradado me deixou, pois permitiu que um livro - que vendeu mais de 50 exemplares no lançamento - ficasse esquecido nos armazéns, a ganhar pó e a cair no esquecimento. Todavia, neste momento, os direitos de ambos os livros estão na minha posse e gostaria de ver todos os livros da Trilogia publicados pela mesma editora.

Este tem sido o grande entrave para a entrega ao mundo do terceiro livro da Trilogia; esperar por um momento mais adequado.

Parece que a solução pode estar já aí.

O ebook é uma possibilidade imensa que vou começar a explorar. Tenho um projecto de Crowdfunding «Vamos Publicar Livros»; neste momento, estou a recolher contributos para a publicação de «Marta», um outro original meu. Contudo, correndo este bem, a Trilogia poderá ganhar nova vida no ano de 2015.

Fica aqui o video de apresentação.

Visitem-me no site do projecto para contribuirem e irem tomando conhecimento das novidades; quem contribuir tem recompensas.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Ilustração
«Acmon era um mundo avermelhado. Era o sexto planeta e o maior de um sistema de sete que rodopiavam em torno de uma gigante vermelha ainda demasiado distante para queima-lo. Não tinha noite efectiva, escura, porque os dois distantes sóis de um outro sistema clareavam os céus num tom crepuscular quando aquela parte do mundo virava as costas à estrela vermelha. Por isso, tudo em Acmon variava entre o púrpura e o rosa escuro. Os mares e lagos eram indubitavelmente rosa, ou carmesim, devido aos reflexos do céu, tal como as nuvens se pintavam de roxo quando carregadas de chuva, ou de rosa quando se limitavam a pairar sobre a superfície repleta de montanhas, vales e planícies cobertos por vegetação.(...)»

in IMPÉRIO TERRA - GUERRA DA PIRÂMIDE, Tomo I, Capitulo I, pág. 24, Paulo Fonseca

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Notícias: Império Terra - O príncipio

Fez, no passado dia 8 de Fevereiro, 5 anos que assinei o meu primeiro contrato de edição. A Papiro Editora queria publicar o meu primeiro livro; fiquei muito contente. E no dia 22 de Fevereiro de 2008 lancei o primeiro livro da Trilogia, na Bertrand do Vasco da Gama.

Foram alguns meses de esperança; vividos com fé de que conseguiria chegar a algum lado. É claro que não. A Papiro Editora não fez mais nada do que pôr o livro nas livrarias; promoção do autor, ou da obra, foram coisas de que nunca ouvi falar.

Não me interessa saber as razões que estão por detrás disso; aconteceu e pronto. E aconteceu, porque tudo aquilo era um mundo novo para mim; revoltado, «virei-me a ele» - hoje, sei melhor.

Publicados que estão dois volumes da Trilogia, com o terceiro em fase de acabamento, tenho o prazer de anunciar a libertação do Império Terra: O princípio dos grilhões da Papiro Editora. O contrato de edição tinha a duração de 5 anos: estão terminados e tive o cuidado de lembrar a editora, disso mesmo, por carta registada com aviso de recepção. Os direitos estão de novo - todos - do meu lado.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O vulto na porta

«(...)A porta fora estraçalhada como se não passasse de um pedaço de cartão. O vulto de um homem avantajado estava recortado na entrada na cabana e parecia olha-la ansioso sem se mover.

Larnac, espantada com a violência daquela entrada, caíra do banco onde se sentara e arrastara-se pelo chão poeirento até à outra extremidade da cabana. Apesar de estar escuro, porque o corpanzil do homem não deixava entrar nenhuma luz pela porta rebentada, Larnac olhava em redor procurando alguma coisa com que se pudesse defender. Com redobrada atenção inventariava mentalmente tudo aquilo que via: o banco, a escassa distância dela; a mesa, ao meio da cabana; um pedaço longo e grosso de madeira, que poderia ter sido a perna de algum móvel, a um canto do seu lado esquerdo; o próprio pó do chão, lembrou-se ao tactea-lo com a mão, poderia cega-lo momentaneamente...

O homem cruzou a distância que os separava com uma rapidez surpreendente para alguém do seu tamanho. Larnac viu-se erguida no ar por duas mãos fortes e grosseiras que a agarravam pelos ombros e a mantinham a meio metro do chão prontas a esmagarem-na.»

in, Trilogia Império Terra - Guerra da Pirâmide

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Um golpe desesperado...

«Gabriel concentrou-se. Fixando bem os pés no chão, envolveu as mãos de Nolen com as suas e deixou-se levar do mundo, como já se habituara a fazer.


Nolen ergueu a espada no ar suavemente. Gabriel sentiu a energia a acumular-se nas mãos, pensou em tudo o que odiava, e em tudo aquilo que perdera. Quando a espada se cravou com estrondo nas entranhas da terra, um calor imenso afastou-se deles vertiginosamente, como se fosse assoprado dali em todas as direcções. E depois foi ficando frio, Gabriel foi enfraquecendo, como se a própria vida se esvaísse através do punho daquela espada…»

in, Império Terra: O Princípio, pág. 135, Paulo Pinto Fonseca




terça-feira, 3 de julho de 2012

Trilogia Império Terra no Montijo

Olá!

A convite da Associação de Moradores das Colinas do Oriente, bairro do Areias, Montijo, a Trilogia Império Terra estará nas festas para uma sessão de autografos no próximo dia 6 de Julho (sexta). À venda estarão Império Terra: o princípio e Império Terra: A Guerra da Pirâmide (em pack sairá mais barato). Venham até às colinas, celebrem a alegria, e conheçam esta história fantástica.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Os Jardins Cobertos

(...)Os Jardins Cobertos eram uma das maravilhas de Acmon. Dali da entrada descia uma escadaria de 30 degraus, adornada por densos arbustos naturais de Acmon que alternavam em três tons de vermelho, tal como a restante vegetação de Acmon, e que terminava numa estrada de terra que serpenteava em caminhos, veredas e clareiras. Dali de cima já dera para abarcar os mais de 20 quilómetros quadrados daquele jardim, mas o crescimento das plantas e das árvores já não o permitia. Haviam sido criados há pouco menos de 300 anos, como uma experiência científica para recuperar as espécies autóctones de Acmon após o Cataclismo e a intervenção Khora, Na época não passaram de uma grande incubadora, de uma enorme estufa, onde se lutava diariamente para conseguir reflorestar o mundo. Quando se conseguiu, entendeu-se que aquele pedaço da história Acmon deveria ser perpetuado e honrado, mantido sob aquele claustro de vidro por onde entrava a perpétua luz vermelha, arejado pelas diversas turbinas de vento que simulavam as diferentes condições climatéricas de cada estação. Ali dentro chovia com maior regularidade que no mundo lá fora, ali dentro estava um pouco do mundo antes do Cataclismo.(...)

In TRILOGIA IMPÉRIO TERRA, Guerra da Pirâmide, Pág. 49

quarta-feira, 23 de maio de 2012

De passagem pela Av. Berna

(...) Estaria alguém na Igreja de Fátima? – indagou-se ao passar por ela, do seu lado direito, mesmo a meio do trajecto entre o início da Avenida e o Edifício da CGD.

A Igreja parecia estar ocupada. Por dentro dos vitrais algumas luzes refulgiam na superfície trabalhada, e normalmente as pessoas, religiosas ou não, procuravam aqueles locais para se esconder naquelas ocasiões. As duas descrições dos agressores, que conhecia, faziam comparações evidentes com os demónios, e era impossível não acreditar que muita gente procurara ajuda junto das Igrejas, e dos padres.

Estacou o passo para observar melhor. Não podia deixar de sentir algum conforto ao ver aquele templo pintado de branco, rodeado por um jardim e um vasto recinto que, de alguma forma, parecia imaculado. E a ideia de que lá dentro pudessem estar pessoas era agradável! Apurou melhor o ouvido para perceber se de lá ecoaria algum cântico apelando à intervenção divina... Mas apenas o silêncio lhe respondeu num grito ensurdecedor! (...)

In Trilogia Império Terra : o princípio, pag. 35