E se tudo aquilo que te contaram não for a VERDADE? IMPERIO TERRA III - 2ª REVISÃO em Progresso
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Notícias: Império Terra - O príncipio

Fez, no passado dia 8 de Fevereiro, 5 anos que assinei o meu primeiro contrato de edição. A Papiro Editora queria publicar o meu primeiro livro; fiquei muito contente. E no dia 22 de Fevereiro de 2008 lancei o primeiro livro da Trilogia, na Bertrand do Vasco da Gama.

Foram alguns meses de esperança; vividos com fé de que conseguiria chegar a algum lado. É claro que não. A Papiro Editora não fez mais nada do que pôr o livro nas livrarias; promoção do autor, ou da obra, foram coisas de que nunca ouvi falar.

Não me interessa saber as razões que estão por detrás disso; aconteceu e pronto. E aconteceu, porque tudo aquilo era um mundo novo para mim; revoltado, «virei-me a ele» - hoje, sei melhor.

Publicados que estão dois volumes da Trilogia, com o terceiro em fase de acabamento, tenho o prazer de anunciar a libertação do Império Terra: O princípio dos grilhões da Papiro Editora. O contrato de edição tinha a duração de 5 anos: estão terminados e tive o cuidado de lembrar a editora, disso mesmo, por carta registada com aviso de recepção. Os direitos estão de novo - todos - do meu lado.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Um golpe desesperado...

«Gabriel concentrou-se. Fixando bem os pés no chão, envolveu as mãos de Nolen com as suas e deixou-se levar do mundo, como já se habituara a fazer.


Nolen ergueu a espada no ar suavemente. Gabriel sentiu a energia a acumular-se nas mãos, pensou em tudo o que odiava, e em tudo aquilo que perdera. Quando a espada se cravou com estrondo nas entranhas da terra, um calor imenso afastou-se deles vertiginosamente, como se fosse assoprado dali em todas as direcções. E depois foi ficando frio, Gabriel foi enfraquecendo, como se a própria vida se esvaísse através do punho daquela espada…»

in, Império Terra: O Princípio, pág. 135, Paulo Pinto Fonseca




quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Outros assuntos

Conforme tenho vindo a dizer, este blogue, ou a sua temática terá de mudar. E isso já aconteceu...
Aqui tenho abordado outros assuntos para além do Império Terra: o princípio, contudo, foi para divulgação daquele livro que ele foi criado e entendo que me devo manter fiel a isso. Por isso, neste blogue irei apenas falar do livro que publiquei, dos próximos, dentro da programada trilogia, e de temas a ele associados directa, ou indirectamente. Bem como, procurarei dar um tom menos pessimista... Tenho recebido algumas reclamações a esse respeito e, apesar de não concordar com as razões porque as fazem, entendo que realmente há que ver o lado positivo das coisas.
Será noutro lado da Blogosfera que poderão conhecer uma alteração profunda da temática deste blogue. Procurem-me em Cárcere de Belazir.
Para já, deixo-vos aqui o Manifesto de abertura, mas já tem texto publicado:

Manifesto

«Este Blogue destina-se a contar histórias. Não irão encontrar nele comentários sobre a actualidade, problemáticas existenciais sobre o ser ou não ser, questões importantes, ou não, para alguns, ou mesmo para todos. Neste blogue irão contar-se histórias, ou estórias, como preferirem, por isso serão histórias que nele irão encontrar. Histórias de seres, de pessoas, de almas, que poderão, ou não, reflectir o vosso estado de espírito, as vossas angústias, os vossos medos... E se for esse caso, deverei, desde já, avisar-vos que qualquer semelhança será mera coincidência. Desafio-vos a conhecerem o Cárcere de Belazir...», Paulo Fonseca, in Cárcere de Belazir


sábado, 9 de maio de 2009

Resistência

Foi com muito agrado que recebi as palavras de apoio remetidas nos comentários. São vozes que, como a minha, se sentem sozinhas nesta grande aventura que é escrever histórias. Prefiro a expressão «escrever histórias» a «escrever livros», porque no fundo o que todos nós gostamos é de contar histórias, relatar a vida dos nossos personagens, as suas jornadas e demandas... Há muito para falar sobre as personagens, mas hoje nada mais direi. Este Post é apenas um agradecimento, humilde, àqueles que, por me entenderem, se preocuparam em me alentar. Obrigado a todos. Juntos resistiremos!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

22 de Fevereiro de 2009 - 1 ano depois


Faz hoje um ano, por esta hora, estava a assinar autografos na 1ª página do meu primeiro livro: «Império Terra: o princípio...». Foi uma noite emocionante, um momento sonhado e jamais preparado: imagine-se eu a publicar um livro! Aquele inicio de noite, na Bertrand do Vasco da Gama, teve ares de fantasia... Toda aquela gente, amigos e conhecidos, familiares, que acorreram em peso para me apoiarem naquele iato de tempo tão importante para mim... Sinto, contudo, que a grande maioria não percebeu o que estava em jogo naquela noite, refugiando-se naquela atitude comezinha, e tão portuguesa, caracterizada pela importância dada ao acto de comprar o livro, como se dá uma esmola a um cego, como se isso tudo fizesse... Mas não é assim! Um escritor precisa de se sentir lido, precisa de saber o que pensam da sua história, dos seus personagens, precisa de ser apreciado e encorajado... Sim! Escrever é um acto da alma, e permitir que esse acto tão intimo seja submetido ao escrutínio do mundo é um acto de coragem; quem o faz deveria ser olhado como um herói, principalmente se olharmos aos apoios, inexistentes, para quem começa a escrever sem redes sociais de apoio. Criei este blogue, e divulguei-o, para que as pessoas que comprassem o livro pudessem fazer o seu comentário, mostrar-me o que sentiram, se gostaram ou não... Todavia, poucos se deram ao trabalho... De início perguntava: então, já leste?; e a resposta era a mesma de sempre: ainda não tive tempo. Depois deixei de perguntar... Os feedbacks que tanto pedi, nunca chegaram. É triste! Sinto-me triste, porque um ano depois de uma noite de palmadinhas nas costas tenho uma noite de silêncio, de solidão, com a amarga desilusão de que nada correu como eu esperava, desde os apoios oficiais até aos apoios pessoais. Aqui deixo o meu muito obrigado a quem sempre me apoiou, e eles sabem quem são, a todos os outros deixo a mensagem que quiserem tirar deste texto. Há um ano atrás doía-me a mão de tanto assinar, hoje dói-me a alma...

sábado, 14 de junho de 2008

Ainda bem que existe o Paulo escritor...

Pois bem, cá estou eu a deixar o meu comentário...Confesso que há muito que o queria fazer mas a disponibilidade não o permitiu. Antes de uma opinião acerca do livro (que ainda não acabei de ler), quero fazer uma pequeno comentário ao seu escritor. Cada dia que passa somos surpreendidos por acções, situações, pessoas...O Paulo Fonseca foi uma pessoa que eu sempre simpatizei e respeitei mas ao conhecer esta sua nova faceta passei tambem a admira-lo!! Como ele proprio se define como sendo uma pessoa que vê as pessoas para alem daquilo que está à vista, tambem eu sou assim e, o Paulo é sem duvida uma pessoa muito genuina e cheia de talento!! Não fazia ideia que existia o Paulo escritor mais ainda bem que existe e que nos foi dada a oportunidade de conhecer esse seu outro lado. Boa sorte!!!!!
Comentário de Inês Marques
Muito obrigado pelas palavras de apoio, e cá fico a aguardar a opinião sobre o livro em si... Espero contar com a tua presença no próximo dia 28 pelas 16jh, na Bertrand do Loureshooping