E se tudo aquilo que te contaram não for a VERDADE? IMPERIO TERRA III - 2ª REVISÃO em Progresso
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sábado, 11 de fevereiro de 2012

APRESENTAÇÃO TRILOGIA



Olá a todos!

Os meus agradecimentos a quem esteve presente.

Para aqueles que não puderam comparacer, mas que queiram adquirir algum dos livros, informo que os mesmos continuam na Pó dos Livros.





segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Entrevista com frutos

Caros amigos, a minha primeira entrevista como autor de Fantástico já saíu. A Alterwords, uma e-zine de grande qualidade, fez referência ao «Império Terra: o princípio» e entrevistou o escritor - Eu - na edição nº 8. Poderão consultar a publicação via Net, ou se preferirem solicitem-na através de um comentário que eu envio por email. Entretanto, devido a esta entrevista, fui contactado pelo autor de um blogue/Projecto denominado A última Transmissão humana, que numa primeira, e muito breve análise, promete. Da minha parte, aqui fica feita a promessa de que voltarei a falar nele em breve. Até lá: boas leituras...

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Outros assuntos

Conforme tenho vindo a dizer, este blogue, ou a sua temática terá de mudar. E isso já aconteceu...
Aqui tenho abordado outros assuntos para além do Império Terra: o princípio, contudo, foi para divulgação daquele livro que ele foi criado e entendo que me devo manter fiel a isso. Por isso, neste blogue irei apenas falar do livro que publiquei, dos próximos, dentro da programada trilogia, e de temas a ele associados directa, ou indirectamente. Bem como, procurarei dar um tom menos pessimista... Tenho recebido algumas reclamações a esse respeito e, apesar de não concordar com as razões porque as fazem, entendo que realmente há que ver o lado positivo das coisas.
Será noutro lado da Blogosfera que poderão conhecer uma alteração profunda da temática deste blogue. Procurem-me em Cárcere de Belazir.
Para já, deixo-vos aqui o Manifesto de abertura, mas já tem texto publicado:

Manifesto

«Este Blogue destina-se a contar histórias. Não irão encontrar nele comentários sobre a actualidade, problemáticas existenciais sobre o ser ou não ser, questões importantes, ou não, para alguns, ou mesmo para todos. Neste blogue irão contar-se histórias, ou estórias, como preferirem, por isso serão histórias que nele irão encontrar. Histórias de seres, de pessoas, de almas, que poderão, ou não, reflectir o vosso estado de espírito, as vossas angústias, os vossos medos... E se for esse caso, deverei, desde já, avisar-vos que qualquer semelhança será mera coincidência. Desafio-vos a conhecerem o Cárcere de Belazir...», Paulo Fonseca, in Cárcere de Belazir


sexta-feira, 1 de maio de 2009

Os muros

Hoje acordei triste. Sei que alguns de vós, se é que alguém visita este blogue, talvez esteja cansado desta ladaínha de miséria. Sim! Eu próprio estou farto de me olhar ao espelho e de me ouvir repetir para mim próprio que não tenho as mesmas oportunidades que os grandes nomes têm. E sei que isso é tão somente natural! Continuo, contudo, a afirmar que seria tudo mais justo se simplesmente as coisas fossem mais simples: se livros e histórias de diferentes autores pudessem estar lado a lado sem mais nada; se deixassem que o génio de cada escritor se revelasse nas palavras e dessa forma se votasse nos melhores; se o poder de elevar o escritor estivesse somente nas mãos de quem realmente tem legitimidade de o fazer - o leitor. Todavia, as coisas não são assim, e o leitor, a par com o escritor, é vítima de um conjunto de agentes que se associaram somente com fins lucrativos: às vezes são vítimas positivas, outros vezes não. Há dias alguém me enviou uma mensagem que dizia que os escritores, e artistas em geral, têm a mania de que as obras de arte não podem ser vistas como um negócio. Eu senti-me ofendido! Eu vejo o meu livro Império Terra como um negócio e procurei trata-lo como tal, divulguei-o da melhor forma que pude, e tentei de várias maneiras, que são poucas pois poucos são os meus recursos, lutar contra o preconceito que ataca incondicional e fatalmente todos os que chegam. Mas nada mais consegui do que dar murros em pontas de faca, esmurrar paredes até as mãos latejarem em sangue. Existe uma espécie de Muro de Berlim, que é ao mesmo tempo o meu Muro das lamentações, que não deixa passar quem ainda está deste lado; quem tenta nada mais consegue do que as lamentações; quem tenta passar para o lado de lá é assediado pelos monstros do desconhecimento, da indiferença, pelos soldados da ignorância que apontam as suas espingardas carregadas de silêncio e desprezo aos corajosos para lhes provar que de nada lhes adianta gritar porque se recusam a ouvi-los; aquela Cortina de Silêncio só é transponível para aqueles com salvo conduto, para aqueles que cujo reconhecimento público é demasiado forte para serem afrontados pelos monstros acima referidos, para quem a voz, eventualmente fraca, é à prova da bala da ignorância, porque os ignorantes não distinguem a imagem do saber, confundem papeis, porque pensam que ser famoso é suficiente para se fazer o que quer. E depois, também, há quem a consiga transpôr porque tem outros recursos, porque pode subornar os guardas, porque conhece alguém que se disponibiliza a resgatá-lo das garras do anonimato e a acompanha-lo nesse viagem. Não me cansarei de dizer que são muito poucos aqueles portugueses que singram nas prateleiras das livrarias por si sós. Nesta guerra eu fui sabotado: os meus livros foram expostos por pouco tempo e em prateleiras viradas para o interior das livrarias. Por isso, por tudo isto, eu hoje acordei triste mais uma vez. Sem vontade de continuar a lutar, sem ver alternativas senão submeter-me à vontade ditatorial de quem manda como todos os homens que sabem estar certos, mas que nada podem fazer para mudar o mundo. Tudo o que pedi foi uma oportunidade... Mas a Pena não será deposta! Neste blogue, todavia, que foi criado para divulgar o livro Império Terra, não mais falarei sobre dificuldades; contudo, como sobre a divulgação de Império Terra só me ocorrem dificuldades, talvez não fale mais...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Um ano depois apareceu...

Um ano depois da ter publicado, um ano depois de o ter divulgado pelo melhor meio possível - a Internet - eis que o Portal da literatura finalmente coloca o meu romance e o meu nome no seu site. O meu muito obrigado ao Site! É desta forma que se pode dar algumas hipóteses a quem escreve sem redes de apoio, a quem escreve porque gosta de o fazer e não porque até conhece algumas pessoas e tem alguma projecção mediática; àqueles que escrevem porque gostam de contar histórias e não porque querem explorar até à exaustão aquilo que vende, os dramas de faca e alguidar. Hoje em dia assiste-se à «venda» do espaço que deveria ser dos livros, dos livros enquanto transportadores da alma para outros mundos e outras vidas, a reportagens da vida romanceadas, a notícias esmiuçadas... Há espaço para tudo isto, apenas não se deve esquecer para que serve um livro/romance - entreter - e com isso roubar-lhe a exposição que conquistou por direito e por causa disso condenar à extinção as futuras gerações de escritores... Obrigado Portal da Literatura http://www.portaldaliteratura.com .

sábado, 5 de julho de 2008

Apresentação no Pontual

Bem pessoal... Parece que é desta. Este mês irá ser efectuada uma apresentação no Pontual - um bar no Seixal. Será mais para o final do mês e será ao princípio da noite. Mais tarde direi à data certa. Novidades? Existirão leituras de partes da obra, e algo mais para aguçar a curiosidade. Haverá «comes», os «bebes» são por conta de quem beber. «Stay tuned for more...»

segunda-feira, 7 de abril de 2008

O Lançamento



No passado dia 22 de Fevereiro (2008) lancei o meu primeiro livro. Pelas mãos da Papiro consegui realizar um sonho que não é apenas um isso, mas um projecto de vida. Dizem que escrever um livro é algo que todos nós devemos fazer... Eu já o fiz, e acredito que o continuarei a fazê-lo, porque as histórias assaltam-me quando viro uma esquina, acordam-me a meio da noite, perturbam-me a concentração no trabalho... Não posso parar as histórias que me tremem nas mãos, desejosas de se esvaírem em palavras numa folha de papel, de encontrarem uns olhos que as leiam e que as levem a cumprir-se.