E se tudo aquilo que te contaram não for a VERDADE? IMPERIO TERRA III - 2ª REVISÃO em Progresso
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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Referência a Império Terra

Foi com surpresa que encontrei uma referência ao Livro Império Terra no Blogue Crónica de Fealgar. Aqui ficam os meus agradecimentos públicos ao Pedro que é um colega de profissão (escritor) e de infortúnio.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Outros assuntos

Conforme tenho vindo a dizer, este blogue, ou a sua temática terá de mudar. E isso já aconteceu...
Aqui tenho abordado outros assuntos para além do Império Terra: o princípio, contudo, foi para divulgação daquele livro que ele foi criado e entendo que me devo manter fiel a isso. Por isso, neste blogue irei apenas falar do livro que publiquei, dos próximos, dentro da programada trilogia, e de temas a ele associados directa, ou indirectamente. Bem como, procurarei dar um tom menos pessimista... Tenho recebido algumas reclamações a esse respeito e, apesar de não concordar com as razões porque as fazem, entendo que realmente há que ver o lado positivo das coisas.
Será noutro lado da Blogosfera que poderão conhecer uma alteração profunda da temática deste blogue. Procurem-me em Cárcere de Belazir.
Para já, deixo-vos aqui o Manifesto de abertura, mas já tem texto publicado:

Manifesto

«Este Blogue destina-se a contar histórias. Não irão encontrar nele comentários sobre a actualidade, problemáticas existenciais sobre o ser ou não ser, questões importantes, ou não, para alguns, ou mesmo para todos. Neste blogue irão contar-se histórias, ou estórias, como preferirem, por isso serão histórias que nele irão encontrar. Histórias de seres, de pessoas, de almas, que poderão, ou não, reflectir o vosso estado de espírito, as vossas angústias, os vossos medos... E se for esse caso, deverei, desde já, avisar-vos que qualquer semelhança será mera coincidência. Desafio-vos a conhecerem o Cárcere de Belazir...», Paulo Fonseca, in Cárcere de Belazir


segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Império Terra: o príncipio - uma opinião válida

Recebi mais uma opinião sobre o livro. Desta feita, de Carla Ribeiro, cujo blogue (um deles, pelo menos) poderão encontrar no espaço lateral deste. A Carla é uma pessoa muito envolvida no meio do Fantástico, já tem vários livros publicados, e é sobejamente conhecida por quem frequenta blogues como o Correio do Fantástico, ou conhece a revista Alterwords - que já vai no nº 7! Por isso, como diz o título, é uma opinião válida. Segue-se um excerto do comentário efectuado no Blogue as Leituras do Corvo -http://asleiturasdocorvo.blogspot.com/2009/08/imperio-terra-o-principio-paulo-fonseca.html - para a leitura completa vão até lá.
«Com um início directamente traçado na acção e toda uma série de fenómenos de tom apocalíptico, este Império Terra: O Princípio é um livro de ritmo intenso, que nos transporta directamente para a rápida sucessão dos eventos. E tudo começa quando Gabriel, o protagonista, acorda do coma para encontrar uma Lisboa bem diferente daquela que recorda.
Criaturas misteriosas, vagamente semelhantes a demónios, invadiram a cidade, espalhando o caos e o pânico, e, em breve, a cidade deixará de ter luz elétrica, abrindo portas a terrores desconhecidos.
Como principais aspectos positivos deste livro, destaco o intenso ritmo da história, sem grandes momentos parados que tornem os sucessivos desenvolvimentos aborrecidos e a forma como se processam, começando pela confusão até à tomada de uma atitude. Gostei também da diferença de pontos de vista das diversas personagens. Laura, com o seu idealismo e os seus planos de construir uma humanidade à sua maneira. Gabriel, com a certeza de que sobreviver não é suficiente. Nolen, com a sua presença misteriosa e os segredos que não se atreve a revelar. (...)
É um livro que agarra, que estimula a imaginação, e que culmina com um final interessante, deixando muito em aberto para o volume seguinte... e, claro, deixa vontade de ler mais.»

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Ainda sobre a discussão no Correio do Fantástico

Depois de ter lido o post no Anagrama Anárquico e colocado aqui o post anterior sobre a discussão que se propagara no Correio do Fantástico, recebi um comentário ao meu post - do qual discordo, posição a que tenho todo o direito. Acontece que ao responder ao mesmo, verifiquei que aquela mesma discussão se espalhara até ao Anagrama Anárquico. Curioso, estas coisas!!! Mas isto é bom, porque se discutem ideias e ideais. Desta vez, pretendo apenas efectuar um esclarecimento sobre a minha posição nesta matéria. Eu concordo inteiramente com o que tem vindo a ser dito. No entanto, penso que o «problema» - digo-o assim para não ferir susceptibilidades - não é do Fantástico, mas da literatura em Portugal e principalmente para os novos autores. Em Portugal não se promove o livro a não ser que se saiba que vai vender, e todo o novo autor é uma incógnita. É por isso que se assiste ao que se assiste nas prateleiras das livrarias, e é por isso que os novos autores têm dificuldades em vingar. Mas isto é verdade: tanto para o escritor de fantástico, como de qualquer outro género. Falta quem apoie efectivamente, quem esteja disposto a investir tempo que seja... No Fantástico, é um pouco mais complicado, porque no meio editorial, parece-me, é um género mal amado - se um escritor famoso português que o escreve, o renega! Disseram-me que não se devem apontar culpados, mas sim procurar maneiras de elevar o género. Eu discordo, em parte, e concordo noutra parte. Discordo, porque há culpados, há estrututas, há grupos de interesse, que manipulam a verdadeira essência da literatura ao condicionar a escolha de tudo com base em critérios como o lucro, o número de vendas. Quem já leu sobre esta problemática conhece pelo menos duas histórias: a da escritora famosa e conceituada que enviou uma obra sob outra identidade para a sua editora, e que acabou por vê-la rejeitada por falta de qualidade, e que depois a voltou a apresentar sob o seu nome tendo essa obra tornado-se num dos seus livros mais famosos; e a de uma fadista conhecida que se viu rejeitada por uma grande editora, porque «aquela música não se ouvia», e agora só se fala dela. São dois bons exemplos do que digo. Não se enganem: quem quer ser escritor tem muito trabalho pela frente, muito mesmo, mas também é isso que dá gozo. No entanto, há que apontar o dedo a quem tira os tapete debaixo dos pés desses árduos trabalhadores, e faz parecer esse glorioso caminho um golpe de sorte. Concordo, todavia, com o facto de que apontar o dedo apenas, acusar alguém, não resolve o problema, é preciso fazer crescer a literatura e o Fantástico e é nisso que temos de apostar. Ainda assim, não posso aceitar que digam que este problema não existe, porque ele existe, e faz parte desta conjuctura que torna tudo mais complicado. Não será por fazermos como a avestruz, ou por fecharmos os olhos, que os problemas desaparecem. Talvez seja mais fácil acreditar no dia seguinte... Mas...
Mais cego é aquele que não quer ver...

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A propósito da discussão sobre Fantástico no Correio do Fantástico

Aqui há dias gerou-se uma discussão, algo confusa, no Correio do Fantástico sobre o Fantástico e a FC em Portugal. Eu não consegui acompanhá-la, e as opiniões estão lá para todos os gostos. Tive oportunidade de conseguir sentir o conteúdo daquela discussão através de um post no Anagrama Anárquico e, mesmo concordando com aquele, vou eu fazer o meu comentário. E faço-o, porque penso que o problema é mais profundo. Por hoje, deixo aqui o excerto de um texto meu publicado na Alterwords nº 2. Sim! É mais um choradinho, mas não são lagrimas de crocodilo...
«(...) É preciso dar voz e quem escreve por gosto, a quem se limita a deixar fluir as ideias para o papel e com elas tece histórias, histórias que devem ser contadas, que têm de ser contadas para se cumprirem, para poderem ser chamadas de histórias.

Eu tenho um livro publicado – Império Terra: o princípio... A oportunidade foi-me dada pela Papiro. Foi lançado em 22 de Fevereiro de 2008, na Bertrand do Vasco da Gama, tive direito a tudo aquilo que um escritor que publica um livro tem e foi tudo. Os apoios para manter o livro nas prateleiras das livrarias foram poucos ou nenhuns e foi com tristeza que fui assistindo ao seu desaparecimento das montras, das estantes, e fui-me perguntando porquê.

A resposta é, exactamente, porque o livro é um negócio, é visto como um potencial artigo de lucro e não como aquilo que ele realmente é, ou deveria ser, uma porta para a alma de quem o escreveu, para uma alma que tem a necessidade missionária de contar histórias, histórias que ensinam, que têm uma moral, ou que simplesmente entretêm.

Quem tem culpa disto?

Todos nós.

Começando no próprio escritor que, a dada altura da nossa história social, se auto excluiu do mundo, se tornou inacessível, às vezes inentendivel, escondendo-se sob rebuscadas metáforas, palavras difíceis, e dessa forma se tornou o símbolo elitista de uma classe abastada, ou o ostracizado parasita da sociedade. E foi por entender esse erro que surgiram alguns interessantes fenómenos de popularidade, como é o caso do Paulo Coelho, que soube contar histórias difíceis de maneira simples...

Depois apareceram os intelectuais, os críticos literários, aqueles senhores que dizem mal de tudo o que se faz de novo e nunca, jamais, terão coragem de dizer o que realmente pensam de um livro mau de um escritor reconhecido. Estes senhores estagnaram a literatura, congelaram os parâmetros pelos quais se reconhecem boas obras, baniram os ensaístas e com este banimento condenaram todos aqueles que querem escrever de forma diferente. É curioso verificar que a maior parte destes senhores jamais publicaram: será porquê? Será porque não têm coragem, ou porque não o sabem fazer?

Por fim, temos o leitor. Esse pobre que é muitas vezes apontado como o culpado - «Em Portugal lê-se pouco!». – é uma vítima de toda esta maquinação. O leitor encontra-se desinteressado, porque tudo o que é publicado é igual e porque é desencorajado a ler coisas diferentes. Poderemos comparar esta questão ao problema político que se vive em Portugal: eles são todos iguais, não sabemos em quem votar, e por isso não votamos. Por isso se diz -« Em Portugal há muita abstenção». Se transpusermos para a leitura teremos: os livros são todos iguais, são caros, os diferente são mais baratos, mas são considerados inferiores, e então não compro e não leio. Se a esta questão somarmos a preguiça galopante da nova geração, a tendência por optar pelas coisas que dão menos trabalho e que permitem a maior absorção de informação possível no mais curto espaço de tempo, temos o cenário actual.

Assim, neste contexto, o livro realmente tornou-se num objecto de pouca procura, e é a escassez, de acordo com as teorias ecónomicas, que o transformou, por sua vez, naquele objectivo vil que é um negócio.

Por isso apenas publicam o que sabem que vende, e a maioria das vezes o que vende não é a qualidade da escrita, mas as personalidades da TV, as notícias papagueadas semanas seguidas...

Cabe-nos a todos nós, a nós escritores principalmente, inverter esta maré, enchendo o mundo de histórias de forma tal que uma dia o mundo se veja obrigado a pedir-nos para as juntaremos num livro, para que todos as possam ler, porque ser lido é, ao fim ao cabo, o nosso mais secreto desejo, porque nós, escritores, não passamos de simples contadores de histórias.
», in Alterwords, nº 2
Por hoje é tudo, senhores... Na minha humilde opinião, problema não é do Fantástico só, mas de toda a literatura e do Fantástico também!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Afinal...

Império Terra: O princípio... Afinal não terá uma nova apresentação tão cedo. Polítiquisses... A Papiro, por minha insistência e reclamação, convidou-me para eventos para os quais sabia de antemão que eu não poderia comparecer... Típico de uma quadrilha de políticos! Senão vejamos: o evento tinha lugar no Porto e decorreria nas carruagens do Metro durante o dia... Ora, eu sou de Lisboa e tenho de trabalhar para me sustentar! E disso, espero eu, eles sabem, pois como autor deverão ter a minha ficha. Para todos os efeitos, fui eu que declinei o convite! Percebem agora a comparação?! Seja como for The show must go on e, por isso, há que trabalhar na divulgação do primeiro antes do lançamento do segundo. Sobre este último assunto não tenho grandes novidades, a não ser que uma quarta editora se juntou à corrida, e quantas mais forem melhor. Entretanto, para quem ainda não conhece o livro, fica aqui a dica: o Correio do Fantástico vai dedicar-lhe algum espaço em breve; confiram no blogue...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Boas Novas - Império Terra II: o 2º livro daquela que se espera uma grande e Fantástica trilogia

No ínicio do ano enviei o manuscrito - como parece bem dizer, porque na verdade não é um manuscrito, é um documento em Word - a várias editoras. Entre elas à que publicou o primeiro Império Terra e a que, por sinal, levou mais tempo a dizer alguma coisa - Papiro. Enfim... Apraz-me dizer que na corrida persistem três editoras, cujos nomes não mencionarei, porque o segredo é alma do negócio. No entanto, confesso que estou entusiasmado, mas não contente. Pelo que irei, à cautela, chamar mais algumas editoras à competição. Se tiverem sugestões, elas serão bem vindas... Entretanto, talvez, se avizinhem promoções sobre o Império Terra: o príncipio. Mantenha-se atentos... (ou como diria Laurodérmio: «setei tunede» )

terça-feira, 23 de junho de 2009

O Futuro

Este blogue tem de sofrer mudanças. Afinal a mudança faz parte da vida e, apesar de eu ser um pouco avesso a ela, tenho de manter-me à tona de água para continuar capaz de focar o horizonte e escolher os melhores caminhos... Se bem que isto de ir com a corrente, porque infelizmente, neste momento, é o que tenho feito, não nos dá muita margem de manobra. Já outros parecem que incorporaram a corrente, quase que se misturam com ela, e sabem de antemão as vicissitudes do caminho como se os peixinhos lhas segredassem e, diria eu, essa ilusão é tão bem criada que até se acredita que são eles quem ditam esses caminhos, ou tendências... Adiante, porque ali mais à frente há um remoinho e eu não sei como lhe escapar - não sei mesmo, palavra! Mas, voltando à mudança, para quem quer saber, revelo aqui que Império Terra está preparado para ser uma trilogia - Muito visto! Eu sei... Mas é a pura verdade! O segundo foi enviado para as editoras, e tenho estado a trabalhar no terceiro... Naturalmente, como ainda não consigo misturar-me com a corrente ao ponto de me confundir com ela, tenho de aguardar respostas... Sim! A pena não será deposta!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Falar para o boneco...

No passado dia 26 de Abril, conforme havia anunciado neste blogue, realizou-se uma tertúlia na Fnac de Alfragide... Quer dizer: tentou-se. Eramos três, embora devessemos ser quatro. A única senhora do «Painel», perdõe-me a imodéstia, não compareceu. Pelo que eu, e mais dois, lá avançamos, temerários, de microfone em riste qual guerreiros de uma causa quasi perdida. O objectivo que nos fora transmitido pela nossa Editora - a Papiro - era encetar uma conversação sobre as tendências da literatura, tendo por base os mecanismos de criação literários por nós utilizados na elaboração das nossas obras que, claro está, iriamos apresentar. Ora nem foi necessário abrirmos a boca, bastou que nos sentassemos à mesa dos microfones, para que 90 % das pessoas presentes fugissem - não estou a exagerar, só não correram porque em pouco mais de três passadas estariam fora do espaço! Foi o ponto final de uma tertúlia que não começou. Não me levem a mal, mas nós que escrevemos gostamos de ser lidos, e gostamos que nos escutem quando falamos de nossa paixão; no entanto, não há paixão que resista a tamanho balde de água fria. Por isso, apresentamos as nossas obras, e ainda falamos um pouco das dificuldades de penetração no mercado para os novos autores que sem apoio algum - repito-o - teimam em continuar de pena erguida. É claro que perante o interesse da audiência não houve clima para partilhar o nosso processo criativo e deixamos de falar para o boneco passado 30 minutos. E claro é, também, que não posso deixar de me perguntar se teria sido aquela a reacção a uma tertúlia com alguns jornalista da praça, ou apresentores de televisão? Mas sobre isso haveria muito mais a dizer, só que eu não tenho tempo...

domingo, 19 de abril de 2009

FNAC 26 de Abril

No próximo dia 26 de Abril, pelas 17h, na Fnac de Alfragide, vai ter lugar um evento literário. Organizado pela Papiro Editora, este evento pretende divulgar os livros da Editora e os seus escritores. Para isso contará com a colaboração de alguns dos seus escritores, entre os quais eu. O formato do evento englobará recurso a meios audiovisuais e haverá uma apresentação, por parte de cada um dos escritores, do livro de sua autoria, bem como uma discussão subordinada ao tema da literatura em Portugal. Trata-se de uma iniciativa interessante por parte da editora, que é a minha, mas que reconheço ter pouca expressão no mercado, o que dificulta a divulgação, por si só, das suas apostas. Longe das luzes da ribalta também existem pessoas com opiniões, projectos e ideias novas... Apareçam!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

22 de Fevereiro de 2009 - 1 ano depois


Faz hoje um ano, por esta hora, estava a assinar autografos na 1ª página do meu primeiro livro: «Império Terra: o princípio...». Foi uma noite emocionante, um momento sonhado e jamais preparado: imagine-se eu a publicar um livro! Aquele inicio de noite, na Bertrand do Vasco da Gama, teve ares de fantasia... Toda aquela gente, amigos e conhecidos, familiares, que acorreram em peso para me apoiarem naquele iato de tempo tão importante para mim... Sinto, contudo, que a grande maioria não percebeu o que estava em jogo naquela noite, refugiando-se naquela atitude comezinha, e tão portuguesa, caracterizada pela importância dada ao acto de comprar o livro, como se dá uma esmola a um cego, como se isso tudo fizesse... Mas não é assim! Um escritor precisa de se sentir lido, precisa de saber o que pensam da sua história, dos seus personagens, precisa de ser apreciado e encorajado... Sim! Escrever é um acto da alma, e permitir que esse acto tão intimo seja submetido ao escrutínio do mundo é um acto de coragem; quem o faz deveria ser olhado como um herói, principalmente se olharmos aos apoios, inexistentes, para quem começa a escrever sem redes sociais de apoio. Criei este blogue, e divulguei-o, para que as pessoas que comprassem o livro pudessem fazer o seu comentário, mostrar-me o que sentiram, se gostaram ou não... Todavia, poucos se deram ao trabalho... De início perguntava: então, já leste?; e a resposta era a mesma de sempre: ainda não tive tempo. Depois deixei de perguntar... Os feedbacks que tanto pedi, nunca chegaram. É triste! Sinto-me triste, porque um ano depois de uma noite de palmadinhas nas costas tenho uma noite de silêncio, de solidão, com a amarga desilusão de que nada correu como eu esperava, desde os apoios oficiais até aos apoios pessoais. Aqui deixo o meu muito obrigado a quem sempre me apoiou, e eles sabem quem são, a todos os outros deixo a mensagem que quiserem tirar deste texto. Há um ano atrás doía-me a mão de tanto assinar, hoje dói-me a alma...

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Um ano depois apareceu...

Um ano depois da ter publicado, um ano depois de o ter divulgado pelo melhor meio possível - a Internet - eis que o Portal da literatura finalmente coloca o meu romance e o meu nome no seu site. O meu muito obrigado ao Site! É desta forma que se pode dar algumas hipóteses a quem escreve sem redes de apoio, a quem escreve porque gosta de o fazer e não porque até conhece algumas pessoas e tem alguma projecção mediática; àqueles que escrevem porque gostam de contar histórias e não porque querem explorar até à exaustão aquilo que vende, os dramas de faca e alguidar. Hoje em dia assiste-se à «venda» do espaço que deveria ser dos livros, dos livros enquanto transportadores da alma para outros mundos e outras vidas, a reportagens da vida romanceadas, a notícias esmiuçadas... Há espaço para tudo isto, apenas não se deve esquecer para que serve um livro/romance - entreter - e com isso roubar-lhe a exposição que conquistou por direito e por causa disso condenar à extinção as futuras gerações de escritores... Obrigado Portal da Literatura http://www.portaldaliteratura.com .

domingo, 11 de janeiro de 2009

O balanço

Quase um ano se passou... «Império Terra: o princípio...» foi lançado em 22 de Fevereiro de 2008. Foi um ano de ilusões e desilusões... Um ano em que pude sentir na própria pele as dificuldades, até então apenas pressentidas, de quem escreve em Portugal e quer singrar por mérito da sua escrita num meio... Digamos tendencioso. Pois é... Não há muito mais a dizer acerca disto. Tudo o que há para ser dito já foi dito pelas pessoas sérias que no seu dia a dia dão com estas dificuldades... Era altura de se fazer alguma coisa, alguma coisa que promovesse a publicação de bons textos, de boas histórias, independentemente de quem é o autor. Actualmente, quem é conhecido publica, e tem todos os apoios para a divulgação da sua obra... Um dia, gostaria muito, que quem escrevesse boas histórias pudesse beneficiar dessas facilidades... Mas falta-lhes a coragem, as polítiquisses económicas falam mais alto... Talvez se devessem perguntar: quantos bons autores estamos a perder? Histórias não faltam, de pessoas que hoje são reconhecidas mundialmente pelo seu talento, e que no início viram a sua oportunidade recusada por uma editora nacional, muitas vezes uma editora pequena que poderia ter ali a grande chance de se tornar maior... Faz-me lembrar a história do cauteleiro que quer vender a sorte grande a alguém, mas esse alguém a rejeita... Nenhum autor sério pede que seja publicado se não tiver qualidade! Contudo se tiver qualidade, deve ter os apoios necessários para melhorar e ser reconhecido... Eu escrevo e vou continuar a escrever, porque é a escrever que me cumpro, e só escrevendo poderei a continuar a aprender a escrever melhor. Mas este estado das coisas traz-me triste, e sinto-me cada vez mais triste e a tristeza é como uma doença que nos vai roendo por dentro até que um dia dizemos que não vale mais a pena, e nesse dia depômos a pena, como um guerreiro depõe a espada... Espero que esse dia, para mim, esteja ainda muito longe!

sábado, 5 de julho de 2008

Apresentação no Pontual

Bem pessoal... Parece que é desta. Este mês irá ser efectuada uma apresentação no Pontual - um bar no Seixal. Será mais para o final do mês e será ao princípio da noite. Mais tarde direi à data certa. Novidades? Existirão leituras de partes da obra, e algo mais para aguçar a curiosidade. Haverá «comes», os «bebes» são por conta de quem beber. «Stay tuned for more...»

terça-feira, 1 de julho de 2008

Em Portugal também se escreve bem (Mesmo que não se seja apresentador de Televisão)

«(...) JÁ LI O LIVRO!! e ao contrário do que seria de esperar para quem me conhece ainda não me esqueci da história. Primeiro porque foi o primeiro livro "fantástico" que li (agora já vou no quarto) e porque, pode ser só a minha imaginação, mas vejo-me numa das personagens, o Nolen. A quem não leu até agora o livro...faça-o! É uma surpresa, parece que afinal em Portugal também se escreve bem (mesmo que não se seja apresentador de noticiários), quem diria?!», in Comentário do Nelson

sábado, 14 de junho de 2008

Ainda bem que existe o Paulo escritor...

Pois bem, cá estou eu a deixar o meu comentário...Confesso que há muito que o queria fazer mas a disponibilidade não o permitiu. Antes de uma opinião acerca do livro (que ainda não acabei de ler), quero fazer uma pequeno comentário ao seu escritor. Cada dia que passa somos surpreendidos por acções, situações, pessoas...O Paulo Fonseca foi uma pessoa que eu sempre simpatizei e respeitei mas ao conhecer esta sua nova faceta passei tambem a admira-lo!! Como ele proprio se define como sendo uma pessoa que vê as pessoas para alem daquilo que está à vista, tambem eu sou assim e, o Paulo é sem duvida uma pessoa muito genuina e cheia de talento!! Não fazia ideia que existia o Paulo escritor mais ainda bem que existe e que nos foi dada a oportunidade de conhecer esse seu outro lado. Boa sorte!!!!!
Comentário de Inês Marques
Muito obrigado pelas palavras de apoio, e cá fico a aguardar a opinião sobre o livro em si... Espero contar com a tua presença no próximo dia 28 pelas 16jh, na Bertrand do Loureshooping

terça-feira, 10 de junho de 2008

Feira do Livro

Estive ontem na Feira do Livro em Lisboa. Foi com tristeza que verifiquei que, conforme já havia reparado nos anos anteriores, preços mais baixos nem vê-los! Naturalmente temos sempre os livros do dia... Os alfarrabistas tinham duas vezes mais afluência que os restantes stands, excepto os da Leya... Resultado, comprei dois livros de Arthur C. Clark da velhinha colecção Argonauta: Terra Imperial... Sôa-lhes parecido com alguma coisa?! Pois, vou lê-los, e ver até onde vai a semelhança. Se algum do vocês já o conhece e já leu o Império Terra, convido-vos a partilharem a vossa opinião. E já sabem, a 28 de Junho, pelas 16h, lá vos espero na Bertrand do Loureshooping.

sábado, 31 de maio de 2008

Apresentação

No próximo dia 28 de Junho o livro «Império Terra: o princípio» irá ser de novo apresentado ao público. Esta Apresentação decorrerá com a chancela da Papiro na Bertrand do LouresShopping, pelas 16h. Trata-se de mais uma forma de divulgar o livro de um autor ainda pouco conhecido. Se já o leram, ou se o querem ler, apareçam...

sábado, 29 de março de 2008

Sinopse (constante da contracapa do livro)

(…)
“Caminharam juntos até ao passeio. Laura deixava para trás a sua mota, com pesar. Aquela mota que acompanhara por tantas vezes, e que sentia como parte de si. Fosse como fosse, teria de a deixar para trás quando partissem. Talvez, devesse fazer o mesmo com aquela nova verdade, que a deixara frustrada.
Os seus pais nunca lhe haviam falado de vampiros. Os vampiros faziam parte do imaginário popular, das histórias de terror, do cinema. No fundo era como Gabriel dizia: uma verdade rejeitada pelos eruditos. E os seus pais não eram povo.
Como é que poderia imaginar um mundo maravilhoso com vampiros e lobisomens?!
Se os asquerosos não teriam lugar nesse novo mundo, aqueles também não o teriam. Seria necessário eliminá-los!

De repente a iluminação piscou. Os olhos de ambos fixaram-se no horizonte, até onde alcançavam, e começaram a ver a luzes extinguirem-se, umas atrás das outras, como peças de dominó, como se as trevas fossem tragando a luz num gloop-gloop dantesco; anúncios atrás de anúncios, cartazes electrónicos atrás de cartazes electrónicos, salas de escritórios atrás de salas de escritórios; e os candeeiros nas ruas...
Uma espécie de rastilho correu as ruas de Lisboa apagando tudo o que eram luzes.
Fez-se trevas.
Um piscar trémulo e insistente atraiu a atenção de Gabriel. Um dos candeeiros da Av. 5 de Outubro extinguia-se como uma brasa, para logo se reacender como se assoprado, até que desistiu. Lembrou-o, sarcasticamente, da esperança da humanidade...
As trevas desceram sobre Lisboa.”
(…)

domingo, 16 de março de 2008

O que é Império Terra?

Pois é! Publiquei o primeiro livro...«Império Terra: o princípio» é uma obra para quem gosta de suspense e surpresas, para quem queira ler uma história que fuja aos cânones normais, à normal sequência temporal de eventos, e que retrata alguns dos principais dilemas da humanidade...


O livro já está nas livrarias desde o inicio de Março. Soube ontem, pela Bertrand, que já está na maioria das livrarias Bertrand da Grande Lisboa... Eu mesmo vi-o nas prateleiras da Livraria do El-Corte Inglês de Lisboa.


É fantástica a sensação de ver ali, reunido num livro encadernado, toda a história que nasceu na minha mente e saber que através dele outras pessoas a poderão conhecer. É gratificante saber que aqueles personagens, que se tornaram meus amigos, poderão tornar-se vossos amigos também...


Vão até às livrarias, folheiam-no e se gostaram comprem-no! Não é caro...